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Manuel Luís Goucha responde ao “ódio” após adotar gatos: “Não me deixo infetar pela mesquinhez”

Depois da conversa com Sónia Tavares, no programa ‘Goucha’, Manuel Luís Goucha decidiu partilhar um desabafo com os fãs nas redes sociais.

Num sentido texto, Manuel Luís Goucha revela ser apreciador dos pequenos prazeres da vida e valoriza também a oportunidade que tem de fazer aquilo que sempre quis.

O apresentador tem a seu cargo diariamente conversas emotivas e dolorosas com os convidados que recebe no programa ‘Goucha’, na TVI.

“Hoje experimentei a alegria quando conversei com a Sónia Tavares, mas já antes a havia experimentado ao acordar, por me saber vivo, ao ver que o céu estava limpido com um azul como o dos olhos do Tristão e da Isolda, recém-chegados à família de quatro patas (entre oferecidos e adotados) que me ocupa o coração, não totalmente é certo que há sempre lugar para quem valha a pena”, começa por afirmar na legenda de uma fotografia onde surgem os dois mais recentes membros da família.

Em seguida, Manuel Luís Goucha acrescenta: “Sou dos que experimenta a alegria nas “pequenas” coisas: no livro onde busco uma trama que me envolva, uma vida que me inspire ou quando descubro uma palavra nova, para mim tão ou mais importante que a descoberta de uma estrela. Experimento a alegria num abraço, no aconchego de um agasalho quando é o frio cinzento que veste a serra. Experimento a alegria nas graças do Rui, mesmo quando não são inocentes”.

Como já o tinha dito anteriormente, o comunicador voltou a confessar o quanto é feliz com o que faz diariamente na TVI. “Experimento a alegria quando diariamente escuto o(s) outro(s) em histórias exemplo de sucesso ou superação. Todos os dias quando saio de casa não é para trabalhar é para viver. Esta a vida quis e quero para mim. Por isso não me deixo infetar pelo ódio, pela mesquinhez, pelo julgamento leviano, independentemente de todas as falhas e fragilidades que tenho e procuro castigar”, atira Manuel Luís Goucha.

“A idade vai dando esse discernimento e serenidade para sabermos separar o essencial do supérfluo. O que acrescenta do que diminui. A que propósito vem tudo isto? – perguntar-me-á. A propósito dos falsos moralismos, da rapidez com que se fala de tudo e de todos sem nada saberem. Esses que se acham paladinos de todas as causas nada sabem de mim para além do que diariamente lhes dou na minha função. E podem crer que é muito porque me dou apenas na alegria”, acrescenta.

Para terminar, Manuel Luís Goucha deixa um ‘recado’.

Por alguma razão não falo mais da Inácia nem da Faneca, tenho que as perdas são coisa íntima não partilhável. Agora os dias são do Tristão e da Isolda, irresistiveis ”gatos virados do avesso”, numa feliz observação de um seguidor que até nem aprecia a raça. Que me desculpem os muitos milhares que me seguem com generosidade, até nas criticas, mas este texto é para os outros, os que vivem na sombra, hoje sem hipótese de bolsarem a raiva que os corrói para que não me tentem estragar a alegria que experimento em chegar a casa. Experimentem a alegria!”, conclui.

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