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Aeroporto do Porto vai receber voos da Sun D’or a partir de março

Em entrevista à agência Lusa, o presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, Luís Pedro Martins, antecipa que, para este ano, a entidade regional vai manter a aposta nos fluxos dos mercados estratégicos do Porto e Norte como “Espanha, França, Alemanha e Reino Unido”, mas vai também apostar em mercados de longa distância, como “Israel, Estados Unidos (EUA), Brasil e Canadá”.

“Hoje temos a certeza que vamos ter a companhia aérea israelita SunDor a voar duas vezes por semana para o Aeroporto Francisco Sá Carneiro a partir de março”, declarou Luís Pedro Martins, explicando que era uma “expectativa para 2024”, que foi antecipada para este ano.

Em 2023, o presidente da TPNP também quer apostar no crescimento dos mercados de Itália, Países Baixos, Bélgica, Polónia e Suíça, antecipou.

Continuar a apostar no ‘meeting industry’ (turismo de negócio), que a região deu um “salto gigante” recentemente, passando do 34.º lugar para o 14.º, é outro objetivo para 2023.

A TPNP também vai continuar a aposta na promoção do “enoturismo”, através da rota dos Vinhos do Porto e Norte, nos patrimónios com carimbo da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), bem como no desenvolvimento dos Caminhos de Santiago e no produto natureza e paisagístico.

No produto ‘City Short Break’ (estadias curtas em cidade), Luís Pedro Martins pretende alargá-lo do Porto a outras cidades nortenhas, como Braga, Guimarães, Matosinhos ou Vila Real.

A meta da expansão do produto ‘City Short Break’ vai contribuir para o “reforço da coesão territorial”, defendeu.

Continuar o trabalho da conectividade aérea que a região está a desenvolver a pedido do ex-ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, e conseguir uma melhor mobilidade no destino cuja Linha do Douro é “prioritária”, são outras das metas referidas por Luís Pedro Martins.

O presidente da TPNP destaca a “digitalização do território e da experiência turística “como outro dos objetivos para 2023”, e que é fruto de uma candidatura aos “territórios inteligentes” que a entidade regional ganhou, e permitirá a criação de um ‘marketplace’, composto com conteúdos da habitação turística de toda a região.

Luís Pedro Martins recordou que o turismo no Norte conseguiu em “tempo recorde”, e após dois anos de pandemia da covid-19, atingir “todos os valores de 2019”, ano que considera “mítico” para o turismo na região e em Portugal, em geral.

“[Em 2022] Estivemos perto dos seis milhões de hóspedes, ou seja, tivemos um crescimento de 3,1% face ao período homólogo de 2019. No que diz respeito às dormidas, estivemos quase com 11 milhões de dormidas, com um crescimento de 6,7% em relação a 2019”, lembrou.

Ao nível dos proveitos, que têm um impacto direto na economia e nas empresas, Luís Pedro Martins referiu que a região registou “700 milhões de euros”, o que significou mais 20,4% em relação ao período homólogo de 2019.

O turismo da região Norte conseguiu também recuperar os mercados de proximidade — Espanha, França Alemanha, Reino Unido -, mas também os mercados de longa distância (EUA, Canadá ou o Brasil).

“Conseguimos, em 2022, cumprir o objetivo de superar o ano de 2019, ano pré-pandémico”, um ano em que se registaram 11 milhões de dormidas e seis milhões de euros em proveitos, colmatou.

Leia Também: Turismo Porto e Norte quer reunião com ministro sobre conetividade aérea

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