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Preços continuam a aumentar. Cabaz de alimentos atinge máximo

O preço dos alimentos continua a aumentar e, atualmente, um cabaz de bens alimentares essenciais pode custar às famílias portuguesas 224,95 euros, aquele que é o valor mais alto registado desde o início do ano passado, de acordo com a monitorização semanal da DECO Proteste. 

“Esta semana (11 de janeiro), um cabaz de bens alimentares essenciais pode custar às famílias portuguesas 224,95 euros, o valor mais alto registado desde o início do ano passado”, pode ler-se no site da organização de defesa do consumidor. 

A DECO lembra que, há um ano (12 de janeiro de 2022), o mesmo cabaz custava 188,40 euros, menos 36,55 euros (menos 19,40%).

“Já comparando o preço do cabaz desta semana com o valor que custava a 23 de fevereiro de 2022, véspera do início da guerra entre a Ucrânia e a Rússia, a subida foi de 41,32 euros, ou seja, de 22,5%“, pode ainda ler-se. 

O peixe é a categoria de alimentos cuja subida foi mais acentuada, em termos percentuais (29,78%). “Entre salmão, pescada, carapau, peixe-espada-preto, robalo, de dourada, perca e bacalhau, o consumidor pode agora ter de gastar, em média, 78,27 euros, mais 17,96 euros do que gastaria a 23 de fevereiro de 2022”, pode ler-se. 

Contudo, os “laticínios também estão cada vez mais caros. Leite, queijo, iogurtes e manteiga podem agora representar uma despesa de 14,26 euros, mais 2,78 euros (mais 24,21%) do que na véspera do início da guerra na Ucrânia”.

“A inflação também se faz sentir nas restantes categorias de alimentos. Entre 23 de fevereiro de 2022 e 11 de janeiro de 2023, o preço da carne subiu 22,10%; o preço das mercearias subiu 18,30%; o das frutas e legumes aumentou 17,10%; e o dos congelados registou um acréscimo de 12,38 por cento”, nota a organização. 

Desde 5 de janeiro de 2022, a DECO Proteste tem monitorizado todas as quartas-feiras, com base nos preços recolhidos no dia anterior, os preços de um cabaz de 63 produtos alimentares essenciais.

“Esta análise tem revelado aumentos quase todas as semanas, com alguns produtos a registarem subidas de preços de dois dígitos de uma semana para a outra. Na última semana, entre 4 e 11 de janeiro de 2023, as maiores subidas de preço registaram-se, sobretudo, no peixe. Só a pescada registou uma subida de preço de 66%, ou seja, de 5,40 euros, custando agora 13,61 euros por quilo”, pode ler-se. 

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