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Juiz rejeita libertação de suspeito de liderar rede de tráfico

O juiz de instrução criminal indeferiu o pedido de revisão da medida de coação mais grave, prisão preventiva, aplicada ao homem de 69 anos, natural de Mirandela, que foi detido, pela GNR, no dia 25 de outubro de 2022, suspeito de pertencer a uma rede organizada que se dedicava à plantação, preparação e venda de canábis a vários revendedores da zona Norte do país, que por sua vez procediam à sua venda a consumidores dos distritos de Bragança, Vila Real, Aveiro e Porto.

Com esta decisão, a que o JN teve acesso, o detido vai continuar a aguardar em prisão preventiva o decorrer do processo, que está ainda em fase de inquérito.

O caso teve ainda mais dois detidos – um do concelho de Mirandela e outro de Felgueiras – que estão em liberdade. Um deles ficou sujeito a apresentações bissemanais às autoridades e o outro a apresentações semanais.

Na operação coordenada, há três meses, pela GNR de Mirandela, mas que contou com a intervenção de militares de várias valências daquela força de segurança, foram apreendidos 27 quilos de canábis, o equivalente a cerca de 11 mil doses individuais, oito armas de fogo, quatro armas brancas, cerca de 2600 euros em dinheiro, 105 euros em notas falsas, duas viaturas, duas câmaras de vigilância e diversos objetos e produtos para produzir, preparar e acondicionar canábis.

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